Com o passar dos anos, o corpo produz menos melatonina: entenda o que muda e o papel da suplementação
Dormir bem vai muito além de acordar descansado
Uma boa noite de sono interfere diretamente na maneira como vivemos o dia seguinte.
Enquanto dormimos, o organismo não simplesmente “desliga”. O cérebro continua trabalhando na consolidação de memórias e no processamento de informações, enquanto diferentes sistemas do corpo passam por processos importantes de manutenção e recuperação.
Dormir adequadamente contribui para atenção, memória, capacidade de aprendizado, equilíbrio metabólico e funcionamento adequado do sistema imunológico. O sono também exerce papel importante na saúde cardiovascular e no bem-estar físico e mental.
Para adultos, especialistas geralmente recomendam algo em torno de 7 a 9 horas de sono por noite, embora a necessidade individual possa variar.
É por isso que uma noite realmente reparadora pode fazer tanta diferença na disposição e na forma como enfrentamos a rotina — e é também por isso que a melatonina diminui com a idade desperta tanto interesse entre quem busca entender melhor o próprio sono.
E onde a melatonina entra nessa história?
A melatonina é uma substância produzida naturalmente pelo nosso próprio organismo, principalmente em resposta à escuridão.
Conforme a noite chega e a luminosidade diminui, sua produção aumenta, funcionando como um dos sinais que ajudam o corpo a reconhecer que estamos entrando no período noturno.
Em outras palavras, a melatonina participa da organização do nosso relógio biológico e do ciclo entre sono e vigília.
É por isso que ela ficou popularmente conhecida como o “hormônio do sono”.
Ela não funciona como um botão que simplesmente desliga o organismo. Seu papel está muito mais relacionado a sinalizar e sincronizar o período de descanso dentro do ritmo natural de aproximadamente 24 horas do corpo.
Por que a melatonina diminui com o passar dos anos?
A produção de melatonina não permanece exatamente igual durante toda a vida.
Com o avanço da idade, especialmente da vida adulta para fases mais avançadas, o pico noturno de melatonina tende a diminuir. Isso significa que aquele aumento natural da substância que ocorre durante a noite pode se tornar menos acentuado.
Ao mesmo tempo, muitas pessoas também percebem mudanças no próprio padrão de descanso ao envelhecer: horários de sono diferentes, maior facilidade para despertar e alterações na organização da rotina noturna.|
Isso ajuda a explicar por que a melatonina desperta tanto interesse justamente entre adultos que começam a prestar mais atenção à qualidade do descanso. No Brasil, a suplementação de melatonina é autorizada pela Anvisa exclusivamente para pessoas a partir de 19 anos, respeitando o consumo diário máximo estabelecido pela agência.
Dormir bem muda o seu dia
É fácil perceber a diferença depois de uma noite mal dormida.
No dia seguinte podem aparecer dificuldade de concentração, sensação de cansaço, menor produtividade e raciocínio mais lento. A privação de sono também pode prejudicar atenção, tomada de decisões e formação de memórias.
Quando o sono é adequado, acontece o contrário: o organismo encontra o período necessário para executar processos importantes de recuperação e o cérebro consegue se preparar melhor para as atividades do dia seguinte.
Por isso, cuidar do sono não deveria ser encarado apenas como uma questão de “não estar cansado”.
E é justamente nesse contexto que compreender a função da melatonina se torna interessante.
Mais importante do que pensar somente em “dormir mais” é buscar um sono que realmente permita ao organismo cumprir aquilo que precisa fazer durante a noite.
Porque descansar bem significa chegar ao próximo dia com melhores condições para pensar, aprender, se concentrar, realizar atividades e manter uma rotina mais equilibrada. Conheça a Melatonina Ayeko, formulada dentro do limite autorizado pela Anvisa.

